
A região periocular desempenha um papel crucial na harmonia facial e expressividade. Com o envelhecimento, alterações como flacidez e modificação no formato dos olhos podem afetar significativamente a estética do olhar.
A Blefaroplastia Inferior, especialmente quando combinada com técnicas como Cantoplastia e Cantopexia, oferece uma solução eficaz.
Entendendo a Blefaroplastia Inferior
A Blefaroplastia Inferior é uma cirurgia que demanda um alto nível de precisão devido à complexidade da anatomia da região periocular. O cirurgião deve ter um conhecimento profundo das estruturas envolvidas, como músculos, gordura e pele, para evitar complicações e alcançar um resultado estético e funcional ideal.
Anatomia Delicada
A região dos olhos é uma das mais delicadas do corpo humano, composta por várias camadas que devem ser tratadas com cuidado para evitar danos. A pálpebra inferior, em particular, possui uma anatomia complexa que inclui músculos finos e nervos sensíveis que exigem manipulação cuidadosa.
Considerações Estéticas e Funcionais
Durante a Blefaroplastia Inferior, o cirurgião deve não apenas remover ou reposicionar a gordura, mas também considerar a tensão da pele e o suporte muscular para evitar o aspecto de ‘olhar triste’ ou deformidades pós-operatórias como o ectrópio. É fundamental manter um equilíbrio entre remover o excesso de tecido e preservar a função natural da pálpebra.
Riscos de Complicações
Como qualquer procedimento cirúrgico, a Blefaroplastia Inferior apresenta riscos de complicações, tais como infecções, hematomas, ou alterações na sensibilidade da área tratada. A experiência do cirurgião em antecipar e gerir estes riscos é crucial para a segurança do paciente.
Personalização do Procedimento
Cada paciente é único, com diferenças na estrutura facial, tipo de pele, e grau de envelhecimento, o que exige uma abordagem personalizada. O cirurgião deve avaliar cuidadosamente cada caso para determinar a técnica mais apropriada que atenderá às necessidades específicas do paciente, garantindo resultados naturais e harmoniosos.
Ao entender e abordar essas complexidades, a Blefaroplastia Inferior pode proporcionar resultados transformadores, rejuvenescendo não apenas a aparência dos olhos, mas também a expressão facial como um todo.
Cantoplastia e Cantopexia: Reposicionamento e Suporte
A Cantoplastia visa modificar a posição do canto lateral dos olhos. Este procedimento pode ser utilizado para corrigir olhos arredondados ou caídos e é especialmente útil para tratar a flacidez palpebral, proporcionando um olhar mais jovem e firme. Existem diversas técnicas de Cantoplastia, sendo escolhidas de acordo com as necessidades específicas do paciente.
A Cantopexia é realizada para reposicionar e fixar o canto lateral do olho, oferecendo maior sustentação à pálpebra inferior. É comumente associada à Blefaroplastia Inferior para melhorar os resultados estéticos e funcionais, evitando complicações como o ectrópio, onde a pálpebra inferior vira para fora.
Benefícios Combinados na Blefaroplastia
Integrar a Cantopexia e a Cantoplastia à Blefaroplastia Inferior não só melhora a aparência estética como também contribui para a funcionalidade da região ocular. Os benefícios incluem:
• Rejuvenescimento significativo da área dos olhos.
• Correção efetiva de deformidades e flacidez.
• Melhora na simetria e forma dos olhos, contribuindo para uma expressão facial mais agradável e jovial.
• Suporte no controle da retração cicatricial frouxidão palpebral.
A escolha de realizar uma Blefaroplastia Inferior com Cantopexia e Cantoplastia deve ser feita sob orientação de um cirurgião plástico experiente.
Essas técnicas oferecem uma abordagem personalizada que considera as características únicas de cada paciente, garantindo resultados que são tanto naturais quanto esteticamente agradáveis. A análise cuidadosa e a técnica apropriada são essenciais para o sucesso desses procedimentos integrados.
Conheça o Dr. Bernardo Magacho
O Dr. Bernardo Magacho possui mais de 10.000 cirurgias realizadas. É Mestre pela Universidade Federal de Goiás, graduado pela Universidade Federal Fluminense, residente pela Universidade Federal Goiás, fellowship em cirurgia plástica ocular, pós-graduado em medicina e cirurgia estética pela International Association of Aesthetic Medicine, STAFF do CEROF (HC-UFG) em Oculoplástica, palestrante Nacional e Internacional.
Vem constantemente trabalhando em ciência e pesquisa na área de Rejuvenescimento Minimamente invasivo com técnicas modernas e a laser. Em 2015 fundou o Centro Brasileiro da Face – CBF também em Goiânia, com a ideologia do Tratamento de Rejuvenescimento Contínuo, já que o envelhecimento também é contínuo.
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